Quem defende a democracia e quem compactua com o
arbítrio no Brasil.
O Brasil se encontra novamente em uma encruzilhada que se deve determinar o seu destino em um futuro próximo.
Existem duas narrativas, uma movida por interesses de cunho particular e outra progressista que deseja a mudança. Paradoxalmente aqueles que se autointitulam progressistas não desejam mudança alguma e por outro lado os caracterizados conservadores patrocinam ações que possibilitam as mudanças necessárias para tirar o Brasil do marasmo de sempre.
Estamos diante do maior esquema de corrupção do mundo.
Chegamos em uma situação esdrúxula que os defensores conservadores que auto se intitulam progressistas, não tem o mínimo constrangimento em utilizar em sua defesa a justificativa dos crimes cometidos pelos seus adversários, como se um crime fosse mais escabroso que outro. Repetem e repetem, tocando a mesma tecla, que não importa o tamanho do mal feito em termos de ética e de moral desdenhando mesmo da justiça criminal, o que importa são os acertos administrativos. O rouba mas faz aqui é coisa de criança. E completamente indiferentes a opinião publica afirmarem reiteradamente uma provável seletividade da Lava Jato e as manobras do STF como anti democráticas. A insistência deste discurso visa quem? Sera que realmente acreditam que estão sendo convincentes?
No STF trava-se uma luta surda entre a impunidade gerada pela interpretação da constituição em favor dos criminosos que vem dilapidando com o bem publico em detrimento da população, é trágico para não dizer irônico. Contudo, aqueles que dizem defender o pobre, o miserável movem mundos e fundos na tentativa de manter a impunidade. Enquanto os destratados como burguesia conservadora buscam a mudança deste estado de coisas.
Enquanto isto a presidente do STF vai suportando as pressões.

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